Vendeu e atrasou ou não chegou? Talvez seja a hora de repensar seus envios…

O cenário já é conhecido: navegar por alguns sites, comparar o preço, realizar um cadastro e, pronto! Sua compra está a caminho. Comprar pela internet, na visão do consumidor, virou um hábito, já que facilita o processo, não prende o cliente a lojas lotadas, filas, vendedores exaustivos ou preços abusivos. 

Para as empresas, as vendas pela internet tomaram nos últimos anos proporções arrebatadoras. As lojas online descobriram novas formas de realizar suas vendas com um custo mais enxuto e de forma mais direta ao consumidor, especialmente com os aplicativos de mensagens instantâneas, mídias sociais em geral e as lojas virtuais. 

A principal vantagem está na economia de recursos, já que, substituindo a loja física pela loja virtual, seus custos fixos são reduzidos, como aluguel, funcionários e tantos outros. A divulgação também foi potencializada, já que, com um clique, determinada promoção pode atingir milhares de pessoas.

Com esse novo perfil de negócios, as empresas transportadoras também assumiram uma nova posição, muito importante na logística de entregas por todo o país, ganhando em volume de entregas. No entanto, para quem está buscando opções de frete para o seu negócio, a dúvida permanece: qual a melhor opção, Correios ou Transportadora?

Analisar as possibilidades pode ser a diferença entre um negócio lucrativo, que deixa seu cliente satisfeito e motivado a comprar mais, ou um prejuízo com produtos danificados, entregas extraviadas e, é claro, clientes insatisfeitos. 

Correios ainda são a primeira opção de muitos, mas…

Os Correios, como instituição pública, atuam no Brasil desde o século XVII, o que garante (sem sombra de dúvidas) que todos os brasileiros conhecem os seus serviços. Até três décadas atrás, os correios tinham o foco na entrega de correspondências pessoais e documentos, mas quem espera, hoje em dia, ver um carteiro com sua mala cheia como antigamente, vai se frustrar. 

O maior volume dos correios na atualidade é com a entrega de produtos e equipamentos, enviados por e-commerces diretamente aos seus clientes. Com uma área de entrega em 100% dos municípios do Brasil, os Correios chegam a entregar mais de um milhão de encomendas por dia. Esse número, aliado à sua história no Brasil, geram a confiabilidade que o consumidor precisa. Aliás, este é um dos prós de escolher os Correios para fazer a sua entrega. Ainda é possível realizar o rastreamento da sua encomenda e negociar um pagamento mensal, através de fatura única para a sua empresa.

Os contras, no entanto, também se destacam: as restrições de peso e embalagem podem inviabilizar o envio de um produto maior. O prazo de entrega e, principalmente, o custo do frete também podem variar muito, de acordo com o tamanho, tipo de produto e localização. E, por falar em localização, existem as chamadas áreas de risco, onde os Correios não entregam mercadoria alguma, e o cliente tem que ir até a agência mais próxima para retirar o seu produto.

Também é desnecessário apontar quantas vezes os Correios já entraram em greve nos últimos anos não é mesmo? Nesses casos há pouquíssimo a fazer, caso seu produto esteja em trânsito e uma greve dessas ocorra. Haja paciência e compreensão por parte dos clientes!

Transportadores e apps vem crescendo exponencialmente

Para quem está tentado a optar pelas transportadoras, cabe ressaltar que os prós e contras também existem. Os pontos favoráveis incluem a entrega direta ao consumidor e o rastreamento, semelhante ao sistema dos Correios. Mas as transportadoras possuem dois diferenciais importantes: o custo das entregas não possui uma tabela definida, o que garante a flexibilidade na negociação de valores, e a estabilidade e garantia da entrega no prazo. Por não existir a possibilidade de uma greve, e atentando para um contrato bem elaborado, as empresas conseguem garantir uma maior confiabilidade em suas entregas, com acompanhamento em tempo real em muitos dos casos.

Em contrapartida, apesar de não possuir uma tabela de valores fixados, estes são geralmente mais altos do que os aplicados pelos Correios. Mas vale ressaltar que tudo depende de uma boa negociação.

Não pense somente no custo, pense no valor agregado!

Analisando os dois lados da balança, cabe à sua empresa entender qual a real necessidade nas entregas, se os seus clientes são de determinada região em específico, se os seus produtos se encaixam dentro dos padrões de tamanho e peso dos Correios e se o tempo de entrega negociado permite uma flexibilidade. Todas essas análises, que só poderão ser realizadas pelas e-commerces, podem auxiliar em uma tomada de decisão que beneficie tanto as empresas quanto os consumidores.

Procurar alternativas inovadoras no processo logístico também é muito válido. Para produtos menores ou com demandas específicas, as entregas locais podem ser realizadas por um motoboy ou a empresa pode disponibilizar a retirada no local, por exemplo. O fato é que as vendas evoluíram, e está na hora das entregas seguirem o mesmo caminho! 

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